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domingo, 22 de maio de 2016

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Conheça pessoas que como você sonham e se preparam para o maior concurso do Brasil:
Auditor Fiscal do Trabalho

Retomada a análise do pedido para auditor do Trabalho


O Ministério do Planejamento, agora sob o comando do ministro Romero Jucá, nomeado pelo presidente interino, Michel Temer, retomou, na última terça-feira, dia 17, a análise do pedido de concurso do Ministério do Trabalho e Emprego, para 847 vagas de auditor-fiscal do trabalho (nível superior em qualquer área; remuneração inicial de R$18.754,20).
A expectativa agora é pelo avanço da tramitação do processo, para eventual autorização nos próximos meses.

Nos últimos dias do governo Dilma Rousseff, o processo que trata do concurso chegou a superar várias fases do trâmite para autorização, porém, no dia 11 deste mês, voltou para uma das instâncias iniciais. Segundo o Planejamento, a demanda chegou a ser priorizada, mas com a mudança de governo, teve que ser reavaliada. Segundo o Planejamento, no entanto, ainda não é possível dizer quais serão as diretrizes do governo Temer quanto aos concursos.

A seleção é uma das mais aguardadas do Executivo federal, e chegou a ter a sua autorização anunciada em várias oportunidades, no ano passado, pelo então ministro do Trabalho, Manoel Dias. Além disso, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores do Trabalho (Sinait) já havia um entendimento informal com a antiga equipe do Planejamento para a autorização. Há urgência na realização do concurso, em razão do déficit de mais de 5 mil auditores, conforme parâmetros da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O requisito para o ingresso no cargo é o ensino superior completo em qualquer área e a remuneração informada, já incluindo o auxílio-alimentação, de R$458, deverá entrar em vigor em agosto deste ano, como prevê acordo salarial fechado com o antigo governo e já confirmado pelo ministro Jucá. As contratações são pelo regime estatutário, que dá direito a estabilidade.
FONTE: FOLHA DIRIGIDA
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MTE: aumenta expectativa para 847 vagas de auditor

Com grande desafagem de pessoal, o Ministério do Trabalho e Emprego aguarda autorização do Ministério do Planejamento para realizar concurso de auditor-fiscal

Ministério do Trabalho e Emprego trata como urgente a realização de um novo concurso para o cargo de auditor-fiscal do trabalho com oportunidades em todo o país, por isso, reapresentou ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) o pedido para 847 vagas na carreira. A ideia é que as oportunidades sejam lançadas de maneira escalonada pelos próximos três anos.

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) tem uma reunião marcada com o MPOG nesta semana (até 25/03) e o pedido do certame é uma das pautas. Segundo a Assessoria de Imprensa do Sinait, o Planejamento deve abrir espaço para a discussão sobre o pedido.

Histórico do concurso de auditor do MTE 

MTE enviou em 2014 um pedido de 600 oportunidades, mas, no final do ano, o Planejamento informou ao órgão que concederia o aval para contratar 847 profissionais de maneira escalonada até 2017.

Com o anúncio dos cortes orçamentários em setembro de 2015, que preveem a suspensão temporários de concursos, a seleção para auditor acabou sendo afetada. Entretanto, como o próprio MPOG já sinalizou, alguns processos seletivos poderão ser liberados em caráter excepcional.

A falta de servidores ocupando o cargo tem comprometido os serviços de fiscalização. Para se ter uma ideia, em setembro do ano passado, um documento apontou que o MTE tem um déficit de 1.066 auditores.

Se a economia do país voltar ao normal ou se o Planejamento reavaliar a necessidade de pessoal, é grande a probabilidade de que o concurso para auditor do MTE seja autorizado no decorrer de 2016.

O cargo de auditor


Para concorrer ao posto de auditor-fiscal será exigido diploma de graduação em qualquer área de atuação, devidamente registrado e fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Segundo o que consta na atual tabela de salários dos servidores públicos federais, os vencimentos iniciais para o cargo de auditor-fiscal do trabalho correspondem a R$ 16.201,64, incluindo o atual auxílio-alimentação de R$ 458.   

Dentre as funções do auditor-fiscal do trabalho estão: o cumprimento cumprir das disposições legais e regulamentares, inclusive as relacionadas à segurança e à medicina do trabalho, no âmbito das relações de trabalho e de emprego; verificação dos registros em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), visando à redução dos índices de informalidade; verificação do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com o objetivo de maximizar os índices de arrecadação; e cumprimento de acordos, convenções e contratos coletivos de trabalho celebrados entre empregados e empregadores.

Falta de profissionais no MTE


No dia 23 de setembro de 2015, o senador Paulo Paim (PT/RS) disse em discurso no Senado que defendia a realização do concurso MTE. "A área sabidamente mais importante do ministério, a Secretaria de Inspeção do Trabalho, responsável pelo combate ao trabalho infantil, ao trabalho escravo, ao resgate de trabalhadores em situação de trabalho degradante, não consegue nem sequer repor os seus quadros ao longo do tempo. Além da existência de mais de 1.100 cargos vagos, entre os 3.600 cargos de auditor fiscal do trabalho existentes, há a iminência de que mais de 500 servidores requeiram a aposentadoria. Aí nós temos de pensar como vamos repor para continuar a fiscalização. Com a suspensão dos concursos públicos em 2016, a preocupação aumenta ainda mais", argumentou Paim.

A falta de profissionais no Ministério do Trabalho e Emprego afeta, além dos servidores, a sociedade e o próprio governo, pois diversos serviços ficam comprometidos. A fiscalização ao recolhimento do FGTS, bem como o combate a sonegação do imposto e à informalidade são prejudicados, favorecendo irregularidades e interferindo na arrecadação da União. Outros problemas que podem ocorrer devido ao déficit de servidores é o aumento dos acidentes de trabalho e a fragilização do serviço de combate ao trabalho escravo e infantil.

Último concurso MTE


Em 2013, o MTE abriu um processo seletivo para 100 vagas para o emprego de auditor-fiscal. Na época, o Cespe/UnB foi escolhido para organizar o certame e a remuneração oferecida era de R$ 14.280.

Todos os concorrentes passaram por avaliações objetivas, exames discursivos e sindicância de vida pregressa. As provas objetivas tiveram 100 perguntas de conhecimentos básicos e 120 de conhecimentos específicos.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Como criar uma rotina de estudos

Primeiro lugar , e mais importante, é ter um objetivo , sim um objetivo. Poque o sonho de ser um AFT é meramente um sonho, agora , quando você coloca pequenos objetivos diarios, como estudar um capitulo da materia e resolver questões, com prazos para concluir a matéria. Aí você ja estará fazendo do seu sonho um objetivo alcançável.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Porque parar de estudar?

O tempo para muitos algumas pessoas que buscam passar em um concurso público é quase impossível de ser suportado, porém , é preciso lembrar que o tempo pode ser um grande aliado.
Você deve entender isso, futuro AFT, afinal, não é um concurso fácil, não são poucas matérias e não a concorrencia é enorme.
A idéia aqui, é usar esse grande aliado. Isso mesmo, aqueles concurseiros que tem metas de passar em um concurso de tão alto nível entendem o que falo.
Enquanto todos estão frios com as poucas possibilidades do concurso surgir, os grande guerreiro, se prepara para a grande batalha, dia após dia, semeando conhecimento e consolidando suas técnicas de estudo.
Reter é igual a rever, rever, rever....
Pense nisso....
Lute...
Não deixe que o tempo seja seu inimigo, mas sim, um grande aliado.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Veja quais concursos públicos foram suspensos pela presidente Dilma

Concurso







Pelo menos 10 editais serão suspensos após o anúncio de cortes no orçamento

Para reduzir os efeitos da crise, o governo federal divulgou uma série de medidas de redução de despesas para 2016. Com isso, a realização de novos concursos públicos estão suspensos. No entanto, o Ministério do Planejamento informou que os concursos autorizados este ano e com editais previstos serão mantidos. Entre este e o próximo ano, estavam previstas a abertura de 40,6 mil vagas, sendo 25 mil do poder Executivo.
As nomeações, dentro do número de vagas, também estão mantidas e asseguradas dentro do prazo de validade final dos concursos, segundo o ministério, ressaltando que concursos de empresas estatais, como Banco do Brasil e Petrobras, não serão afetados pelo esforço fiscal.
Mas, para não desanimar quem se prepara para ser um servidor federal, os especialistas alertam que a suspensão de algumas seleções não é definitiva e que elas voltarão a ocorrer em breve. Os concursos dos poderes Judiciário e Legislativo serão mantidos, além dos concursos estaduais e municipais. A expectativa é de que muitas oportunidades serão abertas, mesmo em momento de crise.
Por isso, a melhor atitude neste momento é não desistir e seguir estudando, pois os concursos necessários serão realizados.
“Acredito que concursos como o da Polícia Federal, por exemplo, serão afetados por essa medida. No entanto, os candidatos não devem desanimar, porque a máquina pública não deve parar. É o caso da Receita Federal. Isso porque o governo quer ampliar a arrecadação e, sem servidor, essa tarefa fica mais complicada”, disse a diretora do CEP, Ivone Goldner.
Já o especialista em concursos, Rodrigo Lélis, lembra que o governo quer acabar com o abono permanência, que é pago aos servidores que já se aposentaram e continuam trabalhando. Com isso, haverá a abertura de mais vagas.
“É importante lembrar que já existem órgãos reclamando da falta de pessoal. O INSS já entrou em greve por essa razão. Para a máquina pública funcionar, são necessários servidores. E servidores terão de ser contratados por meio de concursos”, afirma.
Concursos que estavam previstos e podem ser adiados
Comissão de Valores Mobiliários
Foram solicitadas ao Ministério do Planejamento 89 vagas, sendo 69 para nível médio e 20 vagas de nível superior. Os salários variam de R$ 5.549,43 a R$ 15 mil.
Polícia Federal
A expectativa era abrir 558 vagas, sendo 491 para delegado e 67 para perito. A exigência do cargo é ter o nível superior. As remunerações iniciais para estas carreiras, atualmente, são de R$ 16.830,85. Conforme o decreto 8.326, publicado pela presidente Dilma Rousseff, em 10 de outubro de 2014, a realização de concursos para as carreiras policiais não depende mais de autorização por parte do MPOG, podendo ocorrer assim que constatada a necessidade de pelo menos 5% do total de servidores. No entanto, a corporação precisa de recurso financeiro para fazer as contratações.
Receita Federal
Foram solicitadas ao Ministério do Planejamento 5 mil vagas. Deste total, 3 mil vagas serão destinadas à área administrativa, enquanto que as outras 2 mil vagas para auditor-fiscal. as remunerações oferecidas no início da carreira são de R$ 9.629,42 para analista e de R$ 16.116,64 para auditor. Com a suspensão, não há previsão para a realização do certame.
Abin
A agência aguarda a autorização do Ministério do Planejamento para abrir 470 vagas. As remunerações iniciais são de R$ 15.376,80 para oficial de inteligência e R$ 14.196,28 para oficial técnico, já considerando o auxílio alimentação de R$ 373, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Concursos autorizados que serão mantidos
Correios
A empresa já anunciou a abertura de 2 mil vagas, com chances para o cargo de agente de Correios, nas atividades de carteiro e operador de triagem e transbordo. Os salários variam de R$ 1.284 a R$ 1.620,50. O edital estava previsto para este mês.
Banco do Brasil
A previsão era de que o concurso para escriturário, com vagas para o Espírito Santo, fosse publicado até o final do ano. A remuneração inicial é de R$ 3.280, incluindo salário de R$ 2.227,26. Apesar do BB ser uma empresa pública, especialistas dizem que há riscos do certame também sofrer atraso.
INSS
Vagas: serão 950 vagas, sendo 800 para técnico (nível médio) e 150 para analista (nível superior). A remuneração inicial é de R$ 5.259,87. O edital estava previsto para se publicado em dezembro. Com a suspensão de concursos, a divulgação do documento deve sofrer atrasos.
ANS
Das 102 vagas autorizadas, 66 são para técnico administrativo e 36 para técnico em regulação, todos de nível médio. A remuneração chega a R$ 6.330,52 para técnico em regulação. O edital estava previsto para ser publicado até dezembro. Com a suspensão, não há prazo para publicação.
ANP
Foram autorizadas 34 vagas. A remuneração chega a R$ 6.330,52. O edital estava previsto para ser publicado até dezembro. Com a suspensão, não há prazo para publicação.
ANAC
São 150 chances. A remuneração chega a R$ 6.330,52. O edital estava previsto para ser publicado até dezembro. Com a suspensão, não há prazo para publicação.
Estado prevê 69 seleções em 40 órgãos até 2019
O governo do Estado anunciou em agosto o projeto de lei do Plano Plurianual (PPA), que foi enviado à Assembleia Legislativa. Segundo o material, está prevista a destinação de aproximadamente R$ 18,4 milhões para realização de 69 concursos em quase 40 órgãos até 2019.
A Secretaria de Estado da Educação (Sedu) deverá abrir cinco certames durante esse período. O primeiro edital está previsto para se publicado em outubro deste ano, com 1.178 vagas para professor. O secretário titular da pasta, Haroldo Correa Rocha, já anunciou que quer abrir um concurso por ano.
Editais também são planejados para a Polícia Civil (4 ao todo), Polícia Militar (4), Corpo de Bombeiros (4), Detran (4), Secretaria de Justiça (2), Iema (2), Tribunal de Contas (2), Assembleia Legislativa (1) e Defensoria Pública, que prevê dois processos seletivos para o órgão em si e outros quatro para o Fundo de Aparelhamento da Defensoria Pública.
Além desses, órgãos como o Procon, Incaper, Junta Comercial e outros deverão realizar concursos até o ano de 2019. As contratações, conforme a Secretaria de Estado de Planejamento, vão depender de dotação orçamentaria.

Concursos já autorizados em 2015 estão mantidos, diz Planejamento


Resultado de imagem para concursos serão suspensos

Concursos das empresas estatais não serão suspensos, diz o governo.
Suspensão de concursos integra pacote de medidas para cortar gastos.


O governo divulgou nesta terça-feira (15) detalhes sobre o corte de gastos do governo com concursos. Segundo o Ministério do Planejamento, os concursos já homologados e que aguardam autorização para nomeação serão mantidos, com as vagas previstas no edital asseguradas até o prazo de validade. Não existe relação de concursos previstos para 2016, segundo o comunicado.

De acordo com o Planejamento, o corte atinge "o quantitativo de cargos previstos no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2016".

G1 questionou o ministério sobre a quantidade de vagas que serão afetadas com a suspensão dos concursos em 2016, porém essa informação não foi divulgada.
Na segunda, os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Fazenda, Joaquim Levy, anunciaram medidas fiscais de R$ 64,9 bilhões para garantir a meta de superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. Desse total, R$ 26 bilhões referem-se a corte de gastos num total de 9 medidas, suspensão de concursos, entre outras.

Segundo o governo, a suspensão de concursos públicos para os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) implicará redução de R$ 1,5 bilhão.

Veja abaixo as informações divulgadas no site do Ministério do Planejamento:

"A suspensão dos concursos abrange a quais situações?
A suspensão abrange o quantitativo de cargos previstos no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2016.

Como fica a situação dos concursos autorizados em 2015 com editais previstos?
Os concursos já autorizados estão mantidos.

Haverá interrupção de nomeações em 2016 de concursos realizados em períodos anteriores?
As nomeações, dentro do número de vagas, estão mantidas e asseguradas dentro do prazo de validade final dos concursos.

Como fica a situação dos concursos já homologados e que aguardam autorização para nomeação?
As autorizações para nomeações dentro do número de vagas previstas no edital estão mantidas e asseguradas dentro do prazo de validade final dos concursos.

Como fica a análise dos pedidos dos órgãos para a realização dos concursos? Esta análise será interrompida?
De acordo com o fluxo estabelecido pelo Decreto nº 6.944/2009, os órgãos do Executivo Federal encaminham ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), até 31 de maio de cada ano, a solicitação para realização de novos concursos públicos. Diante disso, novas solicitações somente serão analisadas no primeiro semestre de 2016, para autorização somente em 2017. As solicitações enviadas para realização de concurso no exercício de 2016 ficam suspensas.

Existe uma relação dos concursos previstos para 2016 que estão suspensos?
Não existe relação de concursos previstos no PLOA 2016.

Sem novos concursos, como a administração irá se adaptar?
O governo federal está fazendo um esforço fiscal e todas as áreas devem se adaptar às novas realidades, a fim de garantir a eficiência da gestão pública.

Os concursos das empresas estatais estão também suspensos?
Não. O esforço fiscal previsto não engloba as empresas estatais."

Fonte: G1

MT e o combate ao trabalho escravo


O Brasil é referência internacional no combate ao trabalho escravo contemporâneo. 

Os principais instrumentos construídos pelo país foram: (i) o desenvolvimento de um conceito de trabalho escravo que repudia as formas mais intensas de desrespeito à dignidade dos trabalhadores; (ii) a criação de um sistema de fiscalização que atua na repressão do empregador que coisifica o empregado; e (iii) a “lista suja”, que impede os empregadores que reduzem empregados a condições análogas a de escravo de serem financiados por bancos públicos e que mostra para toda a população quem pratica esse crime. 

Recentemente, ocorreram avanços nessa área, como a alteração do art. 243 da Constituição no ano de 2014. 

Segundo a nova redação desse dispositivo, em propriedades urbanas e rurais onde for constatada a exploração de trabalho escravo, haverá a expropriação e destinação do imóvel para reforma agrária e programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo das demais sanções previstas em lei.

Esse avanço legislativo foi utilizado como tentativa de esvaziar o que se entende por trabalho escravo no Brasil. 
"O conceito atualmente existente no Código Penal é um dos mais avançados no mundo e considera como trabalho em condições análogas a de escravo: (i) trabalho forçado; (ii) servidão por dívida; (iii) condições degradantes; e (iv) jornada exaustiva"


O conceito atualmente existente no Código Penal é um dos mais avançados no mundo e considera como trabalho em condições análogas a de escravo: (i) trabalho forçado; (ii) servidão por dívida; (iii) condições degradantes; e (iv) jornada exaustiva. 

Contudo, foi apresentado no Senado o Projeto de Lei n. 432/2013, que pretende regulamentar a eliminação do direito de propriedade nos casos em que for constatada a exploração de trabalho escravo, restringindo o conceito desse crime: a escravidão contemporânea ocorreria somente nos casos de trabalho forçado e de servidão por dívida.

A aprovação deste Projeto fará com que situações nas quais o trabalhador dorme e se alimenta com porcos, faz refeições no chão próximo a fezes de vacas, aloja-se em moradias coletivas, amontado com suas crianças e instrumentos de trabalho e sem condições mínimas de higiene, come em embalagens vazias de agrotóxicos e realiza atividades sem qualquer tipo de proteção, sejam consideradas como irregularidades trabalhistas simples.

Em 1928, o peruano José Carlos Mariátegui, ao estudar a sociedade incaica e as liberdades consagradas com as revoluções liberais do século XVIII, afirmou que “hoje uma ordem nova não pode renunciar a nenhum dos progressos morais da sociedade moderna”. 

Transpondo essa análise para os nossos dias, considerando que o Estado Democrático de Direito coloca em seu centro a dignidade da pessoa humana, podemos dizer que o combate ao trabalho escravo não admite qualquer recuo conceitual que se queira operar na legislação brasileira.

Foi designado como relator do PLS n. 432/2013 o senador José Medeiros, representante do Estado de Mato Grosso.

O nosso Estado foi pioneiro e inovador no combate ao trabalho escravo. Citamos dois exemplos. O estabelecimento de grupos móveis estaduais para fiscalizar a exploração de trabalho em condições análogas a de escravo, o que tornou mais célere e efetiva a apuração de denúncias e o resgate de trabalhadores em Mato Grosso. 

E a criação do Projeto Ação Integrada, concebido para garantir uma estrutura de assistência aos trabalhadores socialmente vulneráveis à exploração do trabalho escravo, de forma a promover uma integração socioeconômica e os afastar do ciclo da escravidão contemporânea. 

Trata-se de um projeto amplamente reconhecido pela sociedade, sendo que diversos órgãos, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), assinaram um termo de cooperação em agosto deste ano com o objetivo de fortalecer iniciativas nesse sentido.

O PLS 432/2013 é desnecessário para caracterizar a escravidão contemporânea, tendo em vista que já existe no Código Penal dispositivo que trata desse tema. 

Fazemos votos que o senador José Medeiros mantenha a tradição de vanguarda do Estado no combate a esse crime e o conceito de trabalho escravo vigente na legislação brasileira seja mantido.

RENAN BERNARDI KALIL é procurador do Trabalho em Mato Grosso e mestre em Direito do Trabalho e Seguridade Social pela USP.

Ministério do Trabalho faz denúncia de condição de trabalho no IML Caruaru

Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, no Agreste de Pernambuco (Foto: Divulgação/ Sinpol-PE)

MTE vê irregularidades como uso de 'hastes de guarda-chuvas em suturas'. 
Órgão irá ingressar com ação civil pública na Justiça do Trabalho, diz auditor.


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) denuncia a precária situação de funcionamento e condições de trabalho do Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o auditor fiscal Francisco Reginaldo, em recente visita à unidade, ficou constatado que "os instrumentos utilizados na necropsia dos corpos não são os previstos em lei; os servidores têm contato direto com o sangue dos corpos, uma vez que não usam luvas para a execução das atividades; as suturas são feitas com hastes de guarda-chuvas ao invés de com o material adequado". Além disso, o auditor afirma que alguns profissionais não recebem o adicional de insalubridade a que têm direito.

G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Defesa Social (SDS) do estado, mas - até a publicação da matéria - não foi dado qualquer posicionamento ou previsão para solucionar a situação.
Um relatório está sendo concluído e, em breve, o MTE irá ingressar com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho. "Assim, será exigido que o governo faça as adequações necessárias em um prazo estipulado", adianta Francisco Reginaldo.
Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru, no Agreste de Pernambuco (Foto: Divulgação/ Sinpol-PE)Estado de insalubridade do local é destacado pelo
MTE (Foto: Divulgação/ Sinpol-PE)
Estrutura inadequada
Representantes do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Pernambuco (Sinpol-PE) destacam que a unidade funciona em local improvisado e inapropriado para a atividade. "É um prédio adaptado, já que pertence ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO) e divide espaço com esse atendimento. Um complexo começou a ser construído em 2012, para a transferência das instalações, mas as obras foram paralisadas e não temos uma previsão para que a situação seja solucionada. Até foi disponibilizado e encaminhado recentemente alguns equipamentos novos para a unidade, mas não há espaço para a instalação desses. É um estado de insalubridade permanente. Um antigo freezer, que tem capacidade para até quatro corpos, precisa ser usado para acomodar até 10, por isso o cheiro forte é sentido da recepção", desabafa o conselheiro fiscal do Sinpol-PE, George dos Santos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Porque fazer um concurso?




A cada dia que passa, ir bem nos concursos e conquistar uma boa colocação no setor público é um desejo que vem ganhando mais adeptos e se tornando muito concorrido. Os processos seletivos para entrar nesse mercado exigem muita dedicação e estudo, pois além de difíceis, costumam ser longos.
Por isso, antes de dedicar seu tempo e dinheiro, descubra se o seu perfil tem mesmo a ver com essa carreira!
E se ainda estiver dúvidas estamos AQUI para lhe ajudar no que for preciso. 
Confira a lista que preparamos com 5 sinais de que você está pronto para ser um funcionário público:
1. Você está em busca de estabilidade
A carreira pública oferece tanto a estabilidade financeira, como também em outros diversos aspectos! Atualmente, por exemplo, diversas empresas tendem a mudar seus processos frequentemente e para alguns profissionais esse tipo de instabilidade atrapalha não só o rendimento profissional e organização, como também afeta a sua vida pessoal.
2. Salários atrativos para quem está iniciando
Os salários dos funcionários públicos são estabelecidos por lei, portanto, quando algum candidato presta um concurso ele já sabe o quanto irá ganhar (o valor pode aumentar de acordo com os reajustes, também definidos por lei). 
A remuneração oferecida na carreira pública, geralmente é bem mais alta quando comparada aos cargos em empresas privadas, levando em conta o mesmo nível de escolaridade e experiências dos candidatos. Por isso, essa carreira é uma boa pedida para aqueles que estão entrando no mercado de trabalho e buscam salários atrativos.
3. Você não tem medo de mudanças
Para quem enxerga a mudança como uma grande oportunidade, a carreira pública pode ser uma boa opção. Em alguns casos, a vaga para qual os candidatos prestam pode ser assumida em setores pertencentes a outras cidades ou estados. Para que isso ocorra, é realizada uma audiência com os candidatos, para mais informações e saber quais profissionais possuem o interesse de atuar em um lugar diferente do qual se inscreveu.
4. Você leva em conta os benefícios 
Esse é um dos grandes atrativos da carreira pública! Alguns dos benefícios oferecidos no setor público, não fazem parte do setor privado, por exemplo, os com relação a afastamento. No caso de doença na família, o funcionário pode ficar afastado até trinta dias, sem sofrer qualquer prejuízo no seu salário.
Outro ponto muito positivo e que os profissionais que estão sempre se capacitando devem levar em conta, é um benefício oferecido a cada cinco anos. Nesse período, o trabalhador pode se afastar pelo período de três meses para fazer qualquer tipo de curso que esteja relacionado a sua área, fora os benefícios financeiros e para a família.
5. Segurança mesmo em tempos de crise
Mesmo em tempos de crise os funcionários públicos não precisam ter medo de mudança no salário ou corte de funcionários da empresa. Nesse setor, além da remuneração ser definida por lei, a demissão também só pode ocorrer perante motivo justificado em lei. Portanto, profissionais não serão demitidos por questões de perfil ou incompatibilidade.
Apontamos apenas ALGUNS pontos da carreira púlica, claro que tem outros fatores importantissímos para se tornar um funcionário público, ainda mais se falando em TEMPOS ATUAIS. 
Depois de LER tudo isso você percebeu né? Não há escolha melhor, faça um concuro e mude a sua vida e a vida destes que estão em sua volta